Fics 4 - "Novos Amigos"

Parte I - Coversas de Estufa

Aquele velho ranhoso ontem à noite quase que nos apanhava... Se ele me apanhar mais alguma vez...tenho que começar a ser mais cuidadosa e ter cuidado por onde ando...

De repente, sem saber nem como nem porquê algo esbarrou com Bella atirando.a ao chão

- Peço desculpa... Estava distraido...

- Hum OK... eu também estava um pouco distraida mesmo... Mas da próxima tem um pouco mais de cuidado..

- Está bem...

Dito isto Daniel continuou o seu caminho, ainda pensando no que tinha acontecido. O encontrão até fora propositado, pois Daniel queria ter assunto de conversa com aquela rapariga, que parecia bastante simpática. Por outro lado a sua timidez impedia-o de continuar a conversa, por isso decidiu entrar nas estufas e esquecer o acontecimento.

*

Bella não tinha tido coragem de dar uma bronca naquele rapaz, ele tinha realmente parecido arrependido... E a culpa também era em parte culpa dela, se não estivesse distraída...

A rapariga afastou os seus pensamentos ao ouvir alguém a chamá-la. Voltando-se para trás viu Elyon, atrasada como sempre... Vinha com um ar bastante divertido, o que a fez avançar para ela esquecendo-se que tinha de entrar nas estufas...

- Oi Bella, saudades de ontem à noite? eu estou pensando em repetir... e que bom saber que não sou a única atrasada pra aula. - cumprimentou Elyon, ainda a rir-se.

- Olhe que não eramos apanhadas por pouco... Por falar nisso, temos que entrar

- É melhor é... ou os pontos que o Daniel conseguiu na outra aula vão à vida.

- Quem é esse Daniel?

Antes que Elyon pudesse responder, ambas foram interrompidas pela Prof. Sprout que as chamava para a aula um pouco zangada...

- Quero que se dividam em grupos de três, pois o trabalho de hoje vai exigir muito esforço. Mas como o trabalho NÃO é para brincar, não quero que fiquem com os vossos grupos de amigos. Eu própria vou fazer os grupos.

Com esta última notícia, Elyon viu as suas esperanças de continuar a conversa na aula, totalmente perdidas...

- Potter, Taylor, e Petrocchi. - começou a professora a formar os grupos. -Weasley, Granger e Simpson. Somniare, Neveu e Potter.

- Prof. Sprout, eu fico com quem afinal? - perguntou Daniel timidamente.

- Com a Sª Somniare e a Sª Neveu.

Apesar de não gostar de trabalhar em grupo, Daniel dirigiu-se para as suas companheiras de trabalho. Tinha mesmo de o fazer, pois era necessário tirar uma boa nota a Herbologia e não era a sua timidez que ia impedir isso.

- Danny! - exclamou Elyon. Sabia que o rapaz era muito tímido, e tratá-lo com grande espalhafato era um dos seus hobbies

- Esta é a Bella, é gira não é? Tá livre, não tem namorado...

Daniel bastante timido conseguiu responder:

- aa... Olá...

- Oi! - disse Bella desambaraçadamente

- Então agora que vocês já se conhecem, não querem combinar uns encontros... na biblioteca pra trabalhar - acrescentou rapidamente vendo o pobre olhar escandalizado de Daniel.

- Elyon... Não invente- respondeu Bella num tom divertido dando um beliscão à amiga.

-Ai!

- Você ainda não me contou, porque é vinha tão divertida

Daniel tentava ignorar aquela conversa, continuando o seu trabalho.

- Ah, isso... bem, vocês sabem aquele artigo que apareceu em todas as salas comuns a insultar a Umbridge? Bem, ela anda a chamar TODOS os alunos, 1 a 1 ao seu escritório e a dar-lhes o pergaminho a ler. Por aquele andar, toda a escola vai ler o texto. Vocês ainda não foram chamados?

- Não...

- Eu já, o artigo estava bem engraçado, e eu ainda não o tinha lido... - comentou Daniel

- Viu os gatos e rendinhas dela?

- Não reparei... estava um pouco... assustado por ela me ter chamado

- Meninos, já passou metade da aula. -interrompeu Sprout

- Ai! Ainda não fizemos nada!!!

- Não se preocupem, eu adiantei o trabalho enquanto conversavam - disse o rapaz

- Você um anjo! Mas agora é melhor nós também fazermos alguma coisa Bella.

- Pois... Acho que convém... - e enquanto remexia na terra disse - Já vos disse o quanto eu o deio Herbologia ...?

- Não, - respondeu solicitamente Elyon, passando para o pergaminho as caracteristicas da planta que estavam a estudar. - Eu já disse que acho isto uma seca?

- Disse agora...

- Não acham um máximo poder estudar a vida fascinante das plantas? - disse Daniel entusiasmado

- Não - responderam as duas em unissono

- Mas você pode falar sobre isso com o Neville... Para ser auror tenho k saber isto, não é? - suspirou a corvinal.

- Espero bem que não...

Parte II - Um Almoço Merecido

- Uff... tava a ver que não acabava! - resmungava Elyon, quando finalmente sairam das estufas. - E pensar que ainda temos um trabalho indivudual sobre guelrracho...

- Pois.... - respondeu Daniel distraidamente enquanto observava Harry com Ron e Hermione.

- Alô! Terra chama Daniel, tá escutando?

- Hã? À sim. O que estava dizendo?

- Que a Lua vai chocar com a Terra.

- Que piadinha Elyon...

- Quer almoçar na nossa mesa? - perguntou Elyon para Bella, mudando o tema de conversa.

- É... pode ser...

- Você anda muito calada...

- Pois... O que se passa com você? - perguntou Daniel mostrando alguma preocupação pela sua nova amiga.

- Só estou cansada...

- Bem, também com o passeio de on... - Elyon calou-se bruscamente, ao se lembrar que tinham companhia.

- Que passeio? Vocês têm alguma coisa a ver com a detenção do Draco e companhia? - inquiriu Daniel bastante intrigado.

- Err... bem... - gaguejou Elyon.

- Detenção? - perguntou Bella divertida - Qual vai ser o castigo?

- Não sei, mas eu ouvi dizer que o Draco se vai vingar de quem lhe fez isso.

- Que medo! - disse Bella num tom divertido.

- Sabem o que vos digo? O Draco estava merecendo! Se precisarem de ajuda me digam! Nunca gostei muito daquele garoto. - referiu Daniel com um brilho no olhar.

- Porque haveriamos de precisar de ajuda?

- Sim... duas santas como nós, não é Bella?...

- Vocês é que sabem...

- Não se preocupe connosco, eu pelo menos sei o que estou a fazer, e acho que Bella também sabe. - confortou a Corvinal, piscando o olho. - Oh, olhem! Arroz de polvo para o almoço!

- Eeeeewwwww - disseram Bella e Daniel em uníssono.

- Eu acho que vou comer o frango frito...

- Acho que eu também... - concordou Bella com Daniel.

- Tá bom, seus esquisitos... mas vamos logo que estou morta de fome!

Parte III - Aula Interrompida

- O frango frito estava muito bom! - disse Daniel deliciado.

- O arroz de polvo também, esquisitóide. - respondeu Elyon. - Tchau Bella, a gente se vê depois!_ despediu-se, seguindo com Daniel para a aula de Adivinhação. - Eu ainda não sei porque fui escolher essa aula!

- Eu gosto de Adivinhação. Posso saber as surpresas que o futuro me reserva...

- Oh, claro. Eu gosto do Firenze, ele é muito melhor professor que a Trellawney... mas mesmo assim contiua a ser uma perda de tempo!

- Mas vendo bem, você não gosta de nada! Você não gosta de Herbologia nem de Adivinhação!

- Eu não desgosto de Herbologia, só acho chato. E gosto de Feitiços, Transfiguração, Cuidado com as Criaturas Mágicas... e gostava muito de DCAT quando era dado pelo Prof. Lupin. - defendeu-se Elyon.

- Eu acho que todo o mundo adorava DCAT quando era o Prof. Lupin que dava as aulas...

- É... - concordou Elyon, entrando na sala magicamente transformada para se parecer com a Floresta. - Ele era muito bom mesmo.

- Boa tarde a todos... - cumprimentou o Prof. Firenze repentinamente emergindo das sombras.

Os alunos responderam num murmurio.

- Bem na aula de hoje...

A fala de Firenze foi interrompida pelo ruido de alguém que batia à porta.

- Sim? - convidou Firenze.

E sem avisar as portas abriram-se de par em par, dando passagem à temível directora de Hogwarts, Prof. Umbridge.

- Posso entrar? - perguntou num tom de voz doce bastante falso.

- O que a Senhora deseja? - perguntou Firenze educadamente.

Atravessou a sala sem proferir uma única palavra, até chegar ao lado de Firenze, que era muito mais alto que ela. Um pouco incomodada Umbridge disse:

- Como alguns já sabem apareceu um pergaminho em todas as salas comuns a falar mal de mim. Como é evidente desejo saber quem é o responsável, e eu sei que ele ou ela está aqui, nesta sala! Peço que se levante e venha até aqui admitir a sua culpa, pois ninguém sai até isso acontecer.

- Lamento minha Senhora, mas tem provas de que esse aluno ou aluna é, efectivamente, desta turma? _respondeu Firenze erguendo uma sobrancelha.

- O assunto não lhe diz respeito!

- Sabes quem foi Elyon? - perguntou Daniel à sua amiga um pouco preocupado.

- Sei. _murmurou a rapariga.

- Quem foi?

- É... é complicado.

- Foste tu e a Bella? - inquiriu Daniel já bastante desconfiado.

- Não... fui só eu.

- Então? Quem foi? Se ninguém se acusar, serei obrigada a utilizar outros métodos.

A voz de Firenze fez-se ouvir de novo.

- Minha senhora, como actual responsável por estes alunos, sugiro que se retire, está incomodando a aula.

- Você já me está irritando! - vociferou já Umbridge completamente descontrolada.

- Minha senhora...

Proferindo um feitiço com uma rapidez tremenda, selou a boca de Firenze e uniu-lhe as pernas, fazendo com que este caisse no chão.

- E agora? Vão dizer quem colocou todos esses pergaminhos, ou tenho de vos fazer o mesmo?

Inesperadamente a poderosa magia de Firenze actuou, libertando-o. O centauro levantou-se e elevou Umbridge no ar sem que esta tivesse tempo para se defender. Agora num tom mais irritado Firenze perguntou:

- Vai abandonar a minha aula ou não, minha senhora?

- Meta-me no chão imediatamente!

- Como queira minha senhora.

E sem avisar Firenze largou Umbridge que depressa se levantou e abandonou a aula.

- Foi por pouco, não acha Elyon?

- Acho... eu tou vendo que a qualquer hora vou ter de me entregar... ou ela vai acabar culpando um inocente!

- Bem meninos, com toda esta confusão a aula terminou. Podem sair... - disse Firenze incomodado com a interropção.

Os alunos sairam falando excitadamente sobre o sucedido. O autor dequele texto insultuoso estaria mesmo entre eles? Apenas Elyon e Daniel se mantinham calados, trocando olhares de silêncio.

Parte IV - Um Bom Amigo

" - Como alguns já sabem apareceu um pergaminho em todas as salas comuns a falar mal de mim. Como é evidente desejo saber quem é o responsável, e eu sei que ele ou ela está aqui, nesta sala! Peço que se levante e venha até aqui admitir a sua culpa, pois ninguém sai até isso acontecer.

- Lamento minha Senhora, mas tem provas de que esse aluno ou aluna é, efectivamente, desta turma? _respondeu Firenze erguendo uma sobrancelha.

- O assunto não lhe diz respeito!

- Sabes quem foi Elyon? - perguntou Daniel à sua amiga um pouco preocupado.

- Sei. _murmurou a rapariga.

- Quem foi?

- É... é complicado.

- Foste tu e a Bella? - inquiriu Daniel já bastante desconfiado.

- Não... fui só eu. "

Daniel acordou subitamente, ainda pensando no que estava sonhando. Esse sonho era real, pois tinha acontecido horas antes durante a aula de Adivinhação. Como poderia a Elyon ser culpada de tal ofensa? O que lhe aconteceria se fosse apanhada por Umbridge? O que poderia ele fazer para ajudá-la? Este problema rodopiava na sua mente, causando-lhe uma terrível dor de cabeça. Talvez estivesse a preocupar-se por nada, afinal Umbridge podia nunca apanhar o responsável. Mas e se apanhasse? O que lhe aconteceria? Por mais que tentasse, não conseguia arranjar maneira de ajudá-la. Mas sabia quem o podia ajudar. A simples ideia de pedir ajuda ao seu primo, Harry Potter, fazia-o divagar pela aquela noite calma e tranquila. Seria ele capaz de falar com o grande Harry Potter? O garoto que sobreviveu? E será que Harry Potter o ajudava? Isso era algo que nunca saberia, a menos que falasse com ele. Daniel tinha o leve pressentimento de que Umbridge estava cada vez mais perto da verdade. Embora ainda um pouco indeciso, levantou-se e saiu calmamente do quarto. Quando chegou à sala comum, apenas se ouvia o leve crepitar do fogo a queimar lentamente a madeira situada na lareira. Sem pensar mais no assunto, saiu da sala comum e avançou pelos corredores de Hogwarts. Ele sabia que apenas uma pessoa podia ajudá-lo, Minerva Mcgonagall, a professora de Transfiguração. Ela era a única pessoa em quem os alunos de Hogwarts podiam confiar, agora que Dumbledore estava fora do castelo. Ao fim de longos minutos, já Daniel estava próximo do quarto da professora, bastando apenas virar para o corredor seguinte. Ao fazê-lo chocou com alguém que também passeava pelos corredores durante a noite. Daniel ficou surpreso e um pouco aflito ao ver a inesperada figura. Essa misteriosa pessoa era...

Parte V - Conselho Sábio

- Professor Firenze? - perguntou Daniel admirado.

- shiiiu. Não faça barulho garoto, quer que Filch no apanhe?

- Peço desculpa. Mas o que faz aqui? - disse Daniel num murmúrio que apenas eles os dois podiam ouvir.

- Acho que essa é uma pergunta que eu deveria fazer para você. Mas isso agora não interessa. Eu ia a caminho da torre das corujas para enviar uma mensagem para Albus Dumbledore. Antes de partir, ele me pediu para o manter informado de tudo o que se passava na escola. E é isso que eu tenho feito todas as noites, até esbarrar com você.

- Peço desculpa professor. Eu ia a caminho do quarto da profe. - Daniel interrompeu a frase ao lembrando-se que não devia estar fora da cama, e dizer que ia falar com a Prof. Mcgonagall não vinha ajudá-lo. Mas pensando bem, se Firenze lhe tinha confiado tal informação, decidiu continuar a frase. - .professora Mcgonagall para lhe pedir ajuda.

- Ajuda? Para o quê?

Agora que Firenze já sabia uma parte da história tinha que lhe contar tudo o resto. Estava certo que se Elyon soubesse se iria chatear com ele, mas ele só queria ajudá-la, e ela até já tinha dito que mais tarde ou mais cedo tinha de entregar-se a Umbridge.

- Quando a Prof. Umbridge foi à nossa aula, hoje à tarde, dizendo que o responsável pelo pergaminho insultuoso se encontrava na sala. tinha razão. Foi Elyon que o fez. Mas eu não queria que a Prof. Umbridge descobrisse. Como o Prof. Dumbledore não está em Hogwarts em lembrei-me que poderia pedir ajuda à Prof. Mcgonagall.

- Eu te compreendo garoto. Todos nós estamos um pouco aterrorizados com a estadia de Umbridge aqui no castelo, e sem a presença de Dumbledore, estamos todos sem saída. Umbridge controla todo o castelo, e os poucos que a enfrentam, como a sua amiga Elyon, mais tarde ou mais cedo são apanhados. Apenas lhe digo uma coisa, não comente com ninguém o que Elyon fez, e mais importante ainda, não confie em ninguém. Por agora vá para a sua cama, pois já nada pode fazer para ajudar a sua amiga. O mal está feito, e agora só podemos esperar que Umbridge não descubra a verdade.

Foi com estas palavras sábias que Daniel foi pensando até chegar à sala comum dos corvinais.

Parte VI_ Pequeno-Almoço

Elyon acordara bem disposta essa manhã. A poção de Madam Pomfrey resultara perfeitamente e a rapariga dormira toda a noite. Para mais, soube por amigos e conhecidos de outras casas que a encenação de Umbridge na aula de Adivinhação não passara disso mesmo: uma encenação. Pelos vistos ela andara a fazer isso em todas as turmas na esperança de assustar o culpado. Daniel já estava tomando o pequeno-almoço na mesa de Corvinal.

_ Andou passeando ontem à noite. _comentou Elyon, sentando ao lado do colega.

_ Humm? Eu?

_ Sim. Está com muito sono, grandes olheiras e todos os sintomas de quem passou a noite em claro. Acredite, eu sei ver isso.

_ Posso não ter saído do dormitório...

_ Nem o santinho do meu irmão fica no dormitório quando está sem sono.

_ Ah, 'tá bom. Eu fui procurar a McGonnagal, mas encontrei Firenze pelo caminho.

_ Procurar a McGonnagal? A meio da noite? _ estranhou a corvinal, erguendo uma sobrancelha.

_ Eu ando preocupado com você.

_ Comigo? Ué, porque? _admirou-se a amiga.

_ Se a Umbridge sabe que foi você quem escreveu aquele text...

_ Sshhh! Quer que ouçam a gente? Olha Dan, eu fico contente por saber que você se preocupa comigo, viu? Mas não exagera! Se a Umbridge me apanhar, não passa da detenção e com isso eu aguento tão bem como o Potter. Daniel?

_ Humm? Diga?

_ Você ficou com uma cara esquisita quando eu falei no Potter...

_ Impressão sua. Que estava dizendo? _respondeu Daniel rapidamente numa tentativa de mudar de assunto.

_ Que não é uma detençãozinha que me vai acovardar. Eu não quero que Umbridge me apanhe porque se minha folha manchar, minhas possibilidades de fazer armação com ela reduzem, mas tirando isso... agora, você não falou com a McGonnagal ou a esta hora eu estaria com as orelhas ardendo!

_ Não... eu encontrei o Firenze e falei com ele... Mas ele não vai dizer nada, fique descansada. _acrescentou Daniel, sorrindo. _Opa, vamos para aula?

_ Outro remédio?

_ Você não disse que gostava de Feitiços?_ provocou Daniel, levantando-se e sendo acompanhado pela amiga.

_ Mas aula é sempre uma aula, né? _respondeu Elyon rindo-se_. Ah, e é bom você arranjar outra companhia para o almoço, que eu vou almoçar para a biblioteca.

_ E Madam Pince?

_ Ué, você ainda não viu aquele feitiço de ilusão? Vou entrar com o tabuleiro e ela vai julgar que é uma braçada de livros!

_ Você não existe mesmo!

_ Eu sei... Olhe, e sua preocupação me comoveu, valeu?

Quando o professor Flittwick entrou na sala, Daniel estava mais vermelho que a bola encarnada que tinham de fazer piar.

Autores: Elyon, Bella e Daniel

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